DGAV alerta para o controlo de Tecia solanivora |
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No referido prospeto, chama-se a atenção para que o produtor não compre batata para plantação que não seja batata de semente certificada e que esteja alerta, pois a deteção precoce e a rápida atuação são essenciais, tendo a DGAV criado para o efeito “um Plano de Contingência, disponível no portal da DGAV, onde se descrevem as medidas fitossanitárias em caso de deteção”. Embora nunca tenha sido detetada a presença da praga na Região, o produtor deve estar atento e, se suspeitar de algum sinal, deverá contactar de imediato os serviços da Direção Regional de Agricultura, nomeadamente a Divisão de Assistência Técnica à Agricultura (DATA), através do telefone 291 211 260. |
A primeira deteção na Europa ocorreu nas Ilhas Canárias em 1999, tendo sido encontrada em 2015 na Galiza e em 2016, nas Astúrias. O movimento de batatas infetadas que propagam a praga acaba por introduzir-se em novos territórios, pelo que é considerada uma das pragas mais nocivas da batata, quer em cultura, quer em armazém, pois escava galerias onde se acumulam resíduos de alimentação e excrementos que favorecem o aparecimento de podridões. O folheto de divulgação sobre esta matéria elaborado pela DGAV pode ser consultado aqui. |
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